BH vai ganhar um festival de pintura gigantes em prédios

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Uma série de enormes murais surgiram nas fachadas de prédios do Centro de Belo Horizonte na década de 90. Essas pinturas seguem vivas na memória de grande parte dos belo horizontinos, porém poucos conhecem sua história e muito pouco foi registrado dessa empreitada inovadora, corajosa e um bocado megalomaníaca.

 Para resgatar os detalhes, personagens e imagens dessa ação pioneira no muralismo brasileiro, os admiradores de arte urbana vão amar saber que Belo Horizonte receberá entre  26 de julho e 06 de agosto a primeira edição do CURA – Circuito Urbano de Arte. Dedicado a pinturas de prédios, o projeto receberá 5 artistas para pintar as fachadas de 4 edifícios do Centro de Belo Horizonte.

Os edifícios ganharão traços do trabalhos de artistas naturais de Belo Horizonte, Fortaleza e Barcelona.

Priscila Amoni > uma das idealizadoras do CURA, a artista é natural de Belo Horizonte e irá pintar a fachada do Hotel Rio Jordão, na Rua Rio de Janeiro, Centro.
Thiago Mazza > também de Belo Horizonte, Thiago é um dos artistas convidados para o festival e irá pintar a fachada do Edifício Satélite, na rua da Bahia, Centro.
Marina Capdevila > é a convidada internacional do CURA. Natural de Barcelona, na Espanha, Marina irá pintar a empena do Edifício Trianon, ao lado Othon Palace.
Acidum Project: o coletivo é formado pelas artistas Tereza Dequinta e Robézio Marqs, de Fortaleza no Ceará. A dupla irá pintar a lateral cega do Edifício Tapajós, de frente para o Edifício Central na Av. dos Andradas.

CURA – Circuito Urbano de Arte é o primeiro festival de pintura em prédios de Belo Horizonte e o segundo do gênero no Brasil.

Para saber mais curta a página do projeto no facebook

 

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